Bag-in-box Merlot-Cabernet

sábado, 14 de junho de 2008
Fazendo parte do contingente de imigrantes que chegaram ao Rio Grande do Sul por volta de 1878, os irmãos Martino e Bartolo Dal Pizzol, ainda jovens, juntamente com os pais, tios e avós, formando uma grande família, escolheram a região da Serra Gaúcha, mais precisamente em Bento Gonçalves, para se estabelecer. Vieram de San Pietro di Feletto e Conegliano, na província de Treviso, Região do Veneto. Dedicaram-se, inicialmente, como todos os imigrantes, à agricultura rudimentar da época e, simultaneamente, iniciaram o plantio de videiras, cujo vinho se destinava ao próprio consumo.
João Baptista, filho mais velho de Martino e Catharina Titton, ao constituir família na Linha Paulina, em Bento Gonçalves, consolidou-se como produtor de uvas viníferas. O vinho que João Baptista produzia era, já na época, muito apreciado e famoso. A arte foi passando de pai para filho e Atílio, o primogênito, em sua mocidade aprimorou seus conhecimentos com vinhateiros e portugueses que chegaram à região.

Em 1940, Atílio e sua jovem família estabeleceu-se nas terras recém adquiridas em Faria Lemos – Bento Gonçalves, cujos vales e encostas eram promissores para o cultivo da videira. Plantaram famosas castas européias e passaram a produzir o melhor vinho

Até hoje a filosofia da família, trazida da Itália por Martino e seguida por Atílio e seus filhos, é de manter uma produção limitada de vinhos elaborados com uvas finas. Em 1974, Atílio reuniu os filhos e institucionalizou a venda de seus produtos, criando a Vinícola Monte Lemos Ltda., empresa constituída unicamente pelos membros da família Dal Pizzol. Foi escolhido o nome Monte Lemos (Faria Lemos), em cujas encostas estão plantados os vinhedos da família que dão origem aos vinhos de sua adega.Os cuidados deste artesanato praticado pela tradicional família de vinhateiros iniciam no trato da videira, desde a poda no inverno, até a meticulosa seleção das uvas maduras na colheita. Em 1978, ano do centenário da chegada do avô Martino no Brasil (1878-1978), Atílio, com muito orgulho e prestando uma homenagem ao imigrante, ofereceu o Cabernet "Do Lugar", reserva da família, para alguns privilegiados amigos e apreciadores. Dentro da mesma filosofia surgiu o vinho branco Trebiano "Do Lugar" e o vinho tinto Merlot "Dal Pizzol" – Safra 1981. Outros vieram para compor essa grande família de vinhos.


Do Lugar
Bag-in-box Merlot-Cabernet

6 1/2 garrafas em uma caixinha!!!

O vinho, que continua sendo oferecido em garrafa, também passa a ser comercializado na embalagem bag-in-box, acompanhando uma nova tendência do mercado mundial de vinhos.
Vantagens:

• Mantém o sabor do vinho mesmo após aberto

Embalagem econômica

Praticidade – leve para transportar e não quebra

• Maior volume em menor espaço

R$52,00 na Banca 38 do Mercado Publico

2 comentários:

{ Nana } at: 14 de junho de 2008 13:18 disse...

Alice, a familia do meu marido tb é dessas bandas.
Sou louca pelo vinhos do sul, não tem melhor.
Meu pai sempre trazia quando ia para lá.
Bjs

{ Mundo de Alice } at: 14 de junho de 2008 13:48 disse...

Eu adoro os vinhos
do sul
tem muitos, muito bons!!
e em caixa acho sensacional
e muito mais barato